O CARÁTER SUBVERSIVO DA GRAÇA DE DEUS | Ministério Graça sobre Graça

 

  O CARÁTER SUBVERSIVO DA GRAÇA DE DEUS

O CARÁTER SUBVERSIVO DA GRAÇA DE DEUS

Por Cristiano França

 

 “Mas se é pela graça, já não é pelas obras; de outra maneira, A GRAÇA JÁ NÃO É GRAÇA.” (Romanos 11:6)

 

Quando olhamos a vida do ponto de vista humano vemos que para se conquistar algo neste mundo é preciso, muitas vezes, salvo raríssimas exceções, o desprendimento de um esforço muito grande. E um dos grandes males que a religião imputa na vida das ovelhas de Deus é o fato de as fazerem enxergar as coisas do Eterno sempre sob esta perspectiva humana. Por isso Paulo alertou os colossenses sobre os religiosos de sua época acerca de seus ensinos e suas ordenanças vazias oriundas de uma compreensão absolutamente CARNAL das coisas do Altíssimo:

 

“Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua CARNAL COMPREENSÃO.” (Colossenses 2:18)

 

O caráter subversivo da Graça de Deus em relação às convicções humanas está justamente no fato de que Ela é completamente contrária a qualquer concepção do ser humano a respeito de conquistas e méritos. E é por não entenderem esta maravilhosa subversão que aqueles que estão submetidos à religiosidade, principalmente aos segmentos que se denominam “cristãos”, não enxergam as benesses que nos foram concedidas de maneira gratuita:

 

“Sendo justificados GRATUITAMENTE pela Sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.” (Romanos 3:24)

 

“Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado GRATUITAMENTE por Deus.” (1ª Coríntios 2:12)

 

Como podemos entender com a mente natural o fato de um Deus Santo, Perfeito e Maravilhoso Se manifestar neste mundo e Se submeter à condição humana, a fim de sofrer tudo que sofreu por causa de seres imperfeitos e contaminados pelo pecado (antes da cruz)?

 

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)

 

Como podemos conceber que este mesmo Deus Santo, quando esteve manifestado em carne, Se prestou a conviver com pessoas consideradas à margem da sociedade — muitas eram consideradas um verdadeiro lixo humano — e amá-las, sem fazer qualquer acepção?

 

“E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: ‘Este recebe pecadores, e come com eles’.” (Lucas 15:2)

 

Como entender que a Salvação eterna — algo tão importante e grandioso — nos foi dada sem que nada tenha sido exigido em troca (sendo que quase tudo neste mundo, como dissemos no início, é conquistado com esforço)?


Somente por meio da iluminação dos olhos espirituais (Efésios 1:18) — que se manifesta por meio da Palavra da Graça, o genuíno Evangelho do Cristo Ressuscitado — é possível entender o caráter revolucionário da Graça, pois a presença da Palavra Predestinada de Sabedoria em nosso entendimento ativa a Mente de Cristo (1ª Coríntios 2:16) e impede, consequentemente, que a mente natural e as possíveis fortalezas religiosas que foram impostas nela ceguem a visão das ovelhas de Deus. Por isso, continuamos nossa luta em prol da divulgação massiva da Sã Doutrina.

 

 




Voltar