GLÓRIAS ÀQUELE QUE RESSUSCITOU | Ministério Graça sobre Graça

 

  GLÓRIAS ÀQUELE QUE RESSUSCITOU

GLÓRIAS ÀQUELE QUE RESSUSCITOU

Por Cristiano França

 

“...glória, pois, a Ele eternamente. Amém.” (Romanos 11:36)

 

Uma das principais colunas da Mensagem da Graça é o entendimento acerca do Cristo Ressurreto. Em muitas de nossas pregações nós apontamos diversos benefícios que temos em Jesus Cristo Ressuscitado; benefícios estes que atestam a Sua importância para as nossas vidas nesta Nova, Superior e Eterna Aliança. Infelizmente, devido ao peso histórico do Nazareno, as pessoas insistem em pôr seus olhos em Jesus como homem, em detrimento da manifestação de Cristo que está em linha com este Novo Pacto. Não por acaso, o apóstolo Paulo ensina o seguinte à congregação dos coríntios:

 

“Assim que daqui por diante (isto é, depois da cruz) a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo.” (2ª Coríntios 5:16)

 

O que Paulo está ensinando no versículo que acabamos de ler é que os nossos olhos espirituais devem estar em Cristo após a Sua ressurreição e não em Sua manifestação terrena!

 

Muitos pensam que esta nossa postura em relação a Jesus de Nazaré é um “desrespeito” ao Senhor. Já disseram até que nós menosprezamos a manifestação carnal de Jesus. Mas, tais acusações não são verdadeiras. Até porque, sabemos que Jesus de Nazaré foi o próprio Deus que Se manifestou em carne:

 

“E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: DEUS SE MANIFES-TOU EM CARNE, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória”. (1ª Timóteo 3:16 — versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel)

 

Assim sendo, desrespeitar ou menosprezar Jesus vindo em carne é o mesmo que ter tais atitudes em relação ao próprio Deus. E como ovelhas que somos, jamais teríamos posturas como estas em relação ao nosso Pai. O que nos leva a não querermos ser guiados por Jesus de Nazaré, em primeiro lugar, é o fato de que Ele viveu debaixo da Lei. Vejamos o que Paulo diz sobre quem vive nesta condição:

 

“Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.” (Gálatas 3:10)

 

Jesus, portanto, estava debaixo de maldição e Ele SE FEZ MALDIÇÃO por nós:

 

“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós...” (Gálatas 3:13)

 

Neste caso, se formos imitar a Cristo como homem, teremos que nos submeter às obras da Lei; e isto, para nós que estamos debaixo da Graça (Romanos 6:14), não faz o menor sentido.

 

Em segundo lugar, o que nos leva a não querermos ser guiados por Jesus de Nazaré é o fato de sermos imitadores de Paulo (1ª Coríntios 4:16). Como o apóstolo dos gentios não conheceu Jesus de Nazaré, quando fala no Senhor, ele sempre tem em mente o Cristo a partir da cruz. Em outras palavras, a manifestação de Jesus que Paulo expunha às igrejas era Cristo Crucificado (ou seja, o Cristo da cruz em diante e não o Nazareno):

 

“Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado.” (1ª Coríntios 2:2)

 

Por tudo isto que já foi dito aqui (e por tudo que já ensinamos em nosso Ministério sobre este tema) fica claro que, não obstante respeitarmos profundamente o Jesus histórico, toda honra e glória, nesta Nova Aliança, nós damos Àquele que Ressuscitou dos mortos, o Primogênito da Nova Criação — O qual veremos face a face quando deixarmos este corpo para recebermos nossos corpos glorificados.

 

 

 




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